quinta-feira, 1 de abril de 2010

Bis?

E mais uma vez vou dormir triste.
Espero que seja tpm, essas coisas todas. Não quero entrar em outra crise histérica, outra crise de identidade. Ou não.. deve ser crise de 1/4 de idade.
Não sou triste. Estou triste. Desiludida, desamparada, no fim, nada mudou.
A mesma tonta de sempre.
E mais uma vez, se me perguntarem "como você está?", digo que está tudo bem, pra convencer a mim mesma que não tenho problema nenhum.
Que são meus problemas imaginários, frutos de uma mente insana e desprovida de confiança?
Tudo passa. Até pra mim. Paciência... tristeza se transforma em raiva.. espero que esse dia chegue logo.. não tenho mágoa, não tenho raiva.. não tenho nada.
Nada.
Boa noite.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Bem, obrigada. =)

Toda ação tem uma reação.
Ou duas. A primeira pode não ser tão boa. A segunda pode ser melhor.
Pode ser o desejo de mudança. O desejo de se tirar alguma coisa proveitosa da situação.. vamos usar clichês.. tudo que dá de errado tem algum motivo, de tudo tiramos alguma lição. Vamos ser mais fortes a cada tropeço. Vamos ser felizes apesar das dificuldades e das crises. Não vou dizer que sou feliz o tempo todo, mas sou feliz. Tenho tudo que preciso pra isso.
Penso, logo vejo que tudo não passou de um grande choque. Não digo que estou pronta pra encarar a situação de frente, não sou masoquista. Ainda sinto "efeitos colaterais", mas não vou me lamentar por algo que nem meu era.
Ahh mulheres. Como são estúpidas... rs..
Essa sou eu.. penso tanto, sei tanto.. um dia ponho em prática.
Um grande sábio disse (uhauhauha) "eu vou mudar, tudo que não me convém"..
E no pensamento, já estou planejando.. huhuhu..
=)

quarta-feira, 10 de março de 2010

...

Vejo em mim as feridas que eu mesma fiz. Não doem tanto quando minha alma que sangra por dentro. Estou sangrando por fora, é verdade. Mas a hemorragia interna me apaga. Chego por alguns instantes a pensar o pior pra mim, mas logo passa. Não consigo nem sentir raiva, nem estar brava. Sinto frustração. Acho que sou uma frustrada. "Inapaixonável". Estúpida. O sangue brilha. Incrível como alguma coisa em mim ainda pode ser brilhante. Capaz.. nem os olhos brilham mais. Essa não sou eu. Diferente. Completamente apagada.  Quero sumir, desaparecer. Como me sentir diferente, pelo menos por hoje? Por fora, uma rocha, por dentro, um oceano, apesar de não derramar uma única gota salgada. O tempo passa. Até pra mim.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pode?

As vezes (muito raramente) falo coisas que não quero. Isso porque acho que geralmente falo até de menos.
Penso em como deve ser bom falar tudo que pensa, ou quase tudo, que seja. Ficar aliviado por ter falado. Sem medo de ser repeendido. E ainda mais por pessoas que te asustam, de uma forma que significa admiração, que dá medo de falar qualquer besteira.
Tenho medo de tudo. Medo demais de errar, de desagradar, e por isso mesmo acho que acabo sendo desagradável. Chato estar com uma pessoa mala,  mole, que não tem boca pra nada. Que não diz o que quer, que é sempre neutra. É, eu entendo.
Pior: sei como sou, e não mudo! Isso que é mais frustrante!
Podem me chamar de frustrada, de idiota. Ah, que coisa... o normal seria dizer, "pensam que eu ligo?" A grande arte de fingir. Finjo que não ligo, mas por dentro tô me cozinhando de raiva. E raiva entubada também não é bom.
Por fim, tenho a dizer que não é desconfiança, nem maldade. É apenas a vontade de ser pelo menos 2% do que você é. De como você é. Mas eu sou eu, e você é vc. Sei disso.
Mas no geral, estou bem.

domingo, 7 de março de 2010

E como pode?

Tãooo.. bem.
Ironia acho que é o meu forte.
Fingir felicidade, disfarçar sentimentos, sejam eles bons ou maus.
Se digo tudo bem, não necessariamente acredite.
Por dentro me sinto uma pedra. Uma rocha. Um nada.
Dizem que tudo nessa vida faz algum sentido, que tudo tem alguma função. Não, eu não tenho.
Exagero meu? Frescura? Não é isso?
É, não sei mesmo. Sou uma criatura desagradável e que parece ter utilidade alguma aqui.
Continuo sentindo que ninguem liga pra nada.
E por mais que eu diga, não vou repetir os erros de novo, eu continuo errando, continuo me sentindo a mesma idiota de sempre.
Se pudesse, morreria, de tanta felicidade.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Blá blá blá...

Sem mais raiva da vida.
Não somos nós donos dos nossos destinos?
Sem mais achar q o universo conspira contra mim.
Infortúnio? Modo de dizer, as coisas são assim, e tem que se ferrar mesmo.
Tem gente que tem que se foder muito pra aprender alguma coisa na vida. Essa sou eu. Lado sentimental? Oooooo.. me fodo o tempo todo. Lado profissional? Me ferro mais ainda pra aprender o que as pessoas comuns já nascer sabendo. Não que eu seja anormal, mas meu lado "emo" paira sobre mim como uma nuvenzinha que só faz chover.
Posso estar sozinha, me sentindo sozinha. Mas quem é que nunca se sentiu assim.. (isso é uma música, não é?!)
Porque vivo reclamando dos meus problemas, quando vejo todo santo dia problemas que são imensamente maiores que os meus? Reclamo da minha condição, quando outro dia vi uma menina, de uns 6, 7 anos completamente queimada. E sorrindo, e sendo muito querida. Pensei "e se fosse comigo?" Será que eu conseguiria ter força pra ser assim?
Provavelmente não.
Tenho um gêniozinho completamente "eclético" e "complicado".
Fácil lidar comigo. Estou sempre aberta pra ouvir, as vezes posso ser racional demais, mão de vaca demais, quieta demais. Pergunte se eu posso "dar uma mãozinha". Posso. Ofereço as duas pra você, sem mal te conhecer. Existe uma diferença entre ser boa, boazinha e trouxa. Acho que tenho as três definições. Ou pelo menos me faço de trouxa, simplesmente pelo fato de não saber falar não. Mas estou aprendendo.
Só mais um desabafo sobre a vida, e sobre mim. E sem derramar uma lágrima.
Né?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Curto e grosso.

Todos os dias têm amanhecido pior que o normal. Começo a achar que o "univeso conspira contra mim" (Exagero a parte). O que eu faço? Fiz e faço tudo que posso pra não cair no abismo, mas tudo que podia dar errado, dá errado na hora errada. Já tinha me prometido não sofrer mais. Sofro em silêncio. Não quero que saibam da minha fraqueza, minha angústia, raiva e solidão. Se me perguntarem, digo "tudo bem". Quem sabe não acabo convencendo a mim mesma. As péssimas idéias voltaram. Péssima. Sou eu. Estou eu.